“gêmeo digital” da Terra prevê catástrofes climáticas


Sistema foi treinado com dados globais para simular variáveis ​​climáticas terrestres, atmosféricas e oceânicas

Planeta Terra visto do espaço
(Imagem: Emre Okutan/Shutterstock)

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A Nvidia criou um “gêmeo digital” da Terra com tecnologia de inteligência artificial (IA) que pode prever catástrofes climáticas mais rapidamente do que os serviços tradicionais, ajudando a prevenir fenômenos como tufões e enchentes – além de fornecer um panorama mais aprofundado sobre os efeitos das alterações climáticas a longo prazo e mostrar formas de suavizá-las.

Entenda:

  • A Nvidia criou um “gêmeo digital” da Terra com IA capaz de prever e ajudar a reduzir o impacto de catástrofes climáticas;
  • O sistema Earth-2 conta com aprendizado de máquina e foi treinado com dados globais para simular variáveis ​​climáticas terrestres, atmosféricas e oceânicas;
  • A plataforma consegue analisar rapidamente dados sobre emissões de gases do efeito estufa, temperatura, ciclos da água, alterações dos solos, química dos oceanos e outros, construindo simulações preditivas precisas;
  • Taiwan vai ser um dos primeiros territórios a testar o Earth-2 para prever e planejar medidas contra tufões;
  • As informações são da Nvidia e do Live Science.
(Imagem: NVIDIA / Divulgação)

A plataforma Earth-2 (Terra-2, em inglês) conta com tecnologias de aprendizado de máquina conduzidas por supercomputadores e, quando combinadas, criam “uma réplica virtual de um objeto ou sistema físico, neste caso, o clima da Terra”, explica Dion Harris, chefe de Marketing de Produtos de Data Center da Nvidia, ao site WordsSideKick (via Live Science).

Leia mais:

Como funciona o novo sistema de “gêmeo digital” da Nvidia

Harris diz que o novo sistema foi treinado com dados globais para “sintetizar centenas de observações e reconstruir o tempo e o clima da Terra ao longo dos últimos 50 anos ou mais”, executando simulações meteorológicas e climáticas em diferentes locais a uma escala detalhada de 2 quilômetros.

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Fotografia feita por satélite de um tufão, categoria 5, no mar. (Imagem: Zenobillis/Shutterstock)

Ao analisar rapidamente dados sobre emissões de gases do efeito estufa, temperatura, ciclos da água, alterações dos solos, química dos oceanos e outros para construir simulações preditivas e precisas, o Terra-2 pode ajudar cidades do planeta todo a explorar a probabilidade e intensidade de futuras alterações e fenômenos climáticos para tomar medidas antes que uma catástrofe aconteça.

Taiwan, que sofre frequentemente com tufões catastróficos, vai ser um dos primeiros territórios a testar o Earth-2 para prever e planejar medidas contra eventos climáticos extremos.

Ana Julia Pilato

Colaboração para o Olhar Digital

Ana Julia Pilato é formada em Jornalismo pela Universidade São Judas (USJT). Já trabalhou como copywriter e social media. Tem dois gatos e adora filmes, séries, ciência e crochê.

Bruno Ignacio é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Com 10 anos de experiência, é especialista na cobertura de tecnologia. Atualmente, é editor de Dicas e Tutoriais no Olhar Digital.

“Duplicata digital” da Terra antecipa desastres climáticos

O sistema foi treinado utilizando dados globais para reproduzir variáveis climáticas terrestres, atmosféricas e oceânicas

Planeta Terra visto do espaço
(Imagem: Emre Okutan/Shutterstock)

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A Nvidia desenvolveu um “gêmeo digital” do planeta Terra, utilizando tecnologia de inteligência artificial (IA), capaz de antecipar desastres climáticos com maior rapidez em comparação aos métodos convencionais, auxiliando na prevenção de eventos como tufões e inundações — além de oferecer uma análise detalhada dos impactos das mudanças climáticas a longo prazo e sugerir estratégias para mitigá-los.

Destaques:

  • A Nvidia desenvolveu um “gêmeo digital” da Terra com IA que prevê e contribui para minimizar os efeitos de desastres climáticos;
  • O sistema Earth-2 utiliza machine learning e foi treinado com informações globais para modelar variáveis climáticas terrestres, atmosféricas e oceânicas;
  • Esta plataforma processa rapidamente dados sobre emissões de gases do efeito estufa, temperatura, ciclo da água, modificações do solo, química dos oceanos, entre outros, elaborando simulações preditivas de alta precisão;
  • Taiwan será um dos primeiros locais a testar o Earth-2 para antecipar e preparar ações contra tufões;
  • As informações foram divulgadas pela Nvidia e pela Live Science.
(Imagem: NVIDIA / Divulgação)

A plataforma Earth-2 é baseada em tecnologias de aprendizado de máquina suportadas por supercomputadores e, ao integrá-las, forma uma “cópia virtual de um objeto ou sistema físico, que neste caso é o clima terrestre”, conforme explica Dion Harris, líder de Marketing de Produtos para Data Center da Nvidia, em entrevista ao site WordsSideKick (via Live Science).

Saiba mais:

Funcionamento do novo sistema de “gêmeo digital” desenvolvido pela Nvidia

De acordo com Harris, o sistema foi treinado com dados globais para “combinar centenas de observações e reconstruir o clima e o tempo da Terra dos últimos 50 anos ou mais”, rodando simulações climáticas e meteorológicas em diferentes pontos com uma resolução de 2 quilômetros.

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Imagem captada por satélite de um tufão categoria 5 no oceano. (Imagem: Zenobillis/Shutterstock)

Ao processar rapidamente dados relacionados a emissões de gases do efeito estufa, temperatura, circulação de água, alterações no solo, química oceânica e outras variáveis, o Earth-2 produz simulações preditivas confiáveis, auxiliando cidades ao redor do mundo a antecipar a probabilidade e a intensidade de futuros eventos climáticos para agir preventivamente antes que desastres ocorram.

Taiwan, que com frequência enfrenta tufões devastadores, será uma das primeiras regiões a utilizar o Earth-2 para previsão e planejamento estratégico contra condições climáticas extremas.

Ana Julia Pilato

Colaboração para o Olhar Digital

Ana Julia Pilato é jornalista formada pela Universidade São Judas (USJT). Tem experiência como copywriter e social media. É apaixonada por gatos, cinema, séries, ciência e crochê.

Bruno Ignacio é jornalista graduado pela Faculdade Cásper Líbero, com uma década de experiência com foco em tecnologia. Atualmente atua como editor de Dicas e Tutoriais no Olhar Digital.

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